quarta-feira, fevereiro 16, 2011

croissants

O desemprego aumentou à custa das mulheres e da mão de obra qualificada, diz o Público. Claro, eu já sabia, mulheres e pessoal qualificado é tudo gente que não quer trabalhar. Querem é viver com o rendimento mínimo à custa de quem trabalha, e ir comer croissants para a pastelaria. Eu bem os vejo, ali todos contentes, enquanto me esfalfo a trabalhar como gerente do BPN onde ganho um salário miserável.
Ainda por cima mulheres com mão de obra qualificada. Aquilo é uma festa. Depois dos croissants vão de certeza para a pouca-vergonha e nós a pagar isso tudo. Cá para mim, a mão de obra é tão qualificada que se não fosse com mulheres era mesmo com homens, uns com os outros, que isto agora é assim. Os homossexuais, para além de já poderem casar, são oitenta por cento dos que não querem trabalhar, que eu vi na net, num sítio que eu cá sei.
Isto tá mal, muito mal. Conheço gente que ganha p'ra cima de duzentos euros por mês sem fazer nada, enquanto eu aqui no BPN, só para comprar a minha casinha de praia tive que trabalhar mais de... hum... dois minutos. E tudo sem apoios, apesar de eu ter dito ao senhor doutor que sofro da respiração do nariz, aquela por onde se respira, e ele é que me aconselhou a ir para a praia. E lá está, eu a trabalhar tenho que pagar a minha casa de praia e esses preguiçosos qualificados a comer croissants na pastelaria com as gajas, também elas preguiçosas, à custa do rendimento mínimo. É claro que este país não vai p'rá frente.
Estou revoltado. Ainda hoje o meu colega accionista me disse que pôs um anúncio a pedir um funcionário para a entrada do banco, com folgas todos os anos e a tirar quinhentos euros limpinhos todos os meses a recibos verdes, e ninguém quer aceitar o lugar. Pudera, a comerem croissants na pastelaria à conta do erário público... e ainda com gajas... Este país está todo mal.
Se não fosse eu a divulgar estas merdas, aposto que ninguém pensava nisto, mas assim isto vai mudar. Ai vai, vai...

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